Era outono. As folhas secas melancicamente caíam e se esparramavam sobre o chão. Havia um clima tenso no ar. Um clima triste, extremamente triste. E lá estava Marco, sentado numa grande pedra retangular e rude que estava embaixo do grande carvalho branco no quintal de sua casa.
Seus olhos estavam vermelhos. Sim. Ele havia chorado. Apesar de que ele aperentava ser muito forte emocionalmente e que ele não era de chorar, mas tinho o feito a pouco. Era evidente. Ele havia chorado muito. Agora ele estava jogando pedrinhas na suberfície do belo lago de coloração incrivelmente azul. Era um azul vívido e estonteante, assim como os olhos do jovem Marco. Olhos estes que a pouco estavam se inundando em lágrimas. Até que pôde-se ouvir uma voz aguda e até certo ponto irritante.
- Marco! - era sua tia Maria - venha cumprimentar seus amigos. Els víeram lhe prestar solidariedade.
Então Marco virou-se em direção à tia e disse severamente:
- Tia Maria, eu já lhe disse que quero ficar sozinho. Por favor.
- Mas... - Marco a interrompeu prontamente:
-Por favor. É tão difícil entender? Eu só quero ficar sozinho.